IGL vai investir R$ 360 mil no PAS Leite Campo em 2016

27 nov IGL vai investir R$ 360 mil no PAS Leite Campo em 2016

Crédito: assessoria Piá

18 técnicos da Piá terão 7 meses para repassar conhecimentos adquiridos no curso do PAS Leite Campo

A Cooperativa Piá assinou nesta sexta-feira (27), em Nova Petrópolis (RS), um termo de compromisso com o Programa Alimento Seguro – PAS Leite Campo, promovido pelo Instituto Gaúcho do Leite (IGL) e aplicado no Rio Grande do Sul pelo Senai. O PAS Leite conta com o apoio técnico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O projeto-piloto envolvendo a cooperativa da Serra Gaúcha faz parte do planejamento do IGL para padronizar a qualidade do leite em todo o Estado de acordo com a Instrução Normativa 62 (IN 62). “O intuito é abrir espaço para qualificar a produção de laticínios que ainda não estão sendo produzidos no Estado, com maior valor agregado”, diz o diretor executivo do IGL, Ardêmio Heineck. Para 2016, estão previstas mais 11 turmas do PAS Leite Campo, num total de R$ 360 mil com recursos do Fundoleite. O IGL já está em tratativas com as cooperativas Cosulati, Cosuel, Languiru e Santa Clara. Além disso, com laticínios associados à Associação das Pequenas Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Apil). Segundo Heineck, o programa está aberto a todos os laticínios gaúchos que contem com assistência técnica. “Queremos democratizar o acesso ao PAS Leite”, frisa o executivo do IGL.

O foco do PAS Leite Campo é a segurança e a qualidade do leite. Participam do programa 18 técnicos da Piá, onde cada um ficará responsável por repassar conhecimento para 12 produtores, num total de 216 propriedades. “Os técnicos da cooperativa terão sete meses para repassar esse conhecimento, ainda em 2016”, informa a analista técnica do Senai, Marta Brandão.

Ao todo, os técnicos tiveram acesso a 20 horas de aula teórica e 32 de prática, abrangendo temas como qualidade da água nas propriedades, manejo de ordenha, higiene de utensílios e equipamentos, qualidade do alimento, saúde e higiene dos manipuladores e manejo sanitário do animal. Na avaliação de Marta, os conhecimentos sobre a qualidade na higienização dos equipamentos e o manejo de ordenha terão o maior impacto positivo para os produtores e a cooperativa. Um desafio a superar será a mudança na infraestrutura de algumas propriedades.

 

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