Presidente do IGL participa da apresentação do Projeto de Melhoria da Competitividade do Setor Lácteo

12 maio Presidente do IGL participa da apresentação do Projeto de Melhoria da Competitividade do Setor Lácteo

12demaiomapakatiaabreuO presidente do Instituto Gaúcho do Leite (IGL), Gilberto Piccinini, participou, nesta terça-feira (12/5), da apresentação do “Projeto de Melhoria da Qualidade do Setor Lácteo Brasileiro” à ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu. O evento ocorreu no auditório do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em Brasília (DF) e reuniu representantes do setor lácteo de todo o país.

Em abril, o IGL foi convidado a participar das reuniões do Grupo de Trabalho da Melhoria da Qualidade do Leite, que elaborou o projeto. Capitaneada pela ministra Kátia Abreu, a iniciativa inclui a Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC), a Secretaria de Defesa Animal (SDA), Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Embrapa Gado de Leite e a Associação Viva Lácteos.

O projeto, que tem com o objetivo a melhoria da qualidade e competitividade do leite, deverá ser implantado incialmente nos cinco Estados maiores produtores de leite – Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Goiás. No entanto, poderá ser ampliado para outros Estados, conforme o Mapa.

Segundo o presidente do IGL, o programa contempla várias áreas, como sanidade animal e política agrícola, e tem como ações prioritárias a assistência técnica, melhoramento genético do rebanho, marco regulatório e estímulo à expansão do mercado interno e aumento das exportações, além da abertura de uma nova linha de crédito, a Pronamp Leite, que será destinada para os médios produtores. “A ministra Kátia Abreu anunciou que está concluída a discussão interna. Agora ele quer ir para o mundo e conquistar mercados”, afirma Piccinini, acrescentando que, embora o Brasil seja o quarto produtor mundial, importa mais leite do que exporta. O dirigente diz que o projeto é muito extenso e precisa sair do papel. “Agora, o governo e as entidades do setor precisam colocá-lo em prática”, completa.

 

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